Neste módulo assistimos um video sobre paradigmas.
Segue o link:
Ao assistir o vídeo, tive a impressão que os habitantes daquele planeta eram apenas “reprodutores”, que trabalhavam de forma individualizada, num paradigma conservador, onde quem não se adequava aos padrões era excluído daquele lugar. Os habitantes não realizavam atividades com trocas de experiências. Eram programados para realizar suas atividades, não havendo construção coletiva de seus projetos. Lembro que em outra disciplina, o professor discutiu que um empresário selecionando jovens aprendizes, pediu à instituição educacional que apenas ensinasse aos alunos a trabalhar em grupo que o resto era com ele. Essa mudança de paradigmas, ao buscar romper com práticas de ensino conteudistas, que não estimulam a criatividade, tem sido mais frequentes no discurso educacional. Neste cenário, observamos que as tecnologias móveis vêm a somar com esta quebra de paradigmas. Outro aspecto muito importante nestas mudanças vivenciadas pela Educação, conforme Pimenta (2002) é o enfoque do processo didático que deixa de ser apenas o professor, ou seja, se o aluno não aprende não é apenas problema dele, mas do professor também.
Ao assistir o vídeo, tive a impressão que os habitantes daquele planeta eram apenas “reprodutores”, que trabalhavam de forma individualizada, num paradigma conservador, onde quem não se adequava aos padrões era excluído daquele lugar. Os habitantes não realizavam atividades com trocas de experiências. Eram programados para realizar suas atividades, não havendo construção coletiva de seus projetos. Lembro que em outra disciplina, o professor discutiu que um empresário selecionando jovens aprendizes, pediu à instituição educacional que apenas ensinasse aos alunos a trabalhar em grupo que o resto era com ele. Essa mudança de paradigmas, ao buscar romper com práticas de ensino conteudistas, que não estimulam a criatividade, tem sido mais frequentes no discurso educacional. Neste cenário, observamos que as tecnologias móveis vêm a somar com esta quebra de paradigmas. Outro aspecto muito importante nestas mudanças vivenciadas pela Educação, conforme Pimenta (2002) é o enfoque do processo didático que deixa de ser apenas o professor, ou seja, se o aluno não aprende não é apenas problema dele, mas do professor também.
A segunda atividade realizada foi baseada na leitura e considerações sobre dois capítulos do livro: Docência no Ensino Superior de Pimenta e Anastasiou (2012):
Docência, Ensino e Ensino
Superior - diálogos a partir da Didática, o que me dizem de cada um desses
elementos e como se remetem as práticas vividas e estabelecem relação com a
referência para estudo?
Conforme sinalizam
Pimenta e Anastasiou (2002) existe um consenso de que a docência no ensino
superior estaria associada ao domínio de conhecimentos específicos por parte do
docente, sem necessariamente haver a necessidade de uma formação para ensinar.
Este pensamento está associado também ao fato de que não existe uma formação
específica para ser docente universitário. Sabemos que o início desta carreira
é marcado por contradições, onde as experiências negativas ou positivas podem
ser determinantes para a formação profissional e construção de uma identidade
(NÓVOA, 1992). No âmbito do ensino superior, percebemos haver uma valorização da
atuação na área de pesquisa, como se o ensino estivesse separado daquela. Pimenta
e Anastasiou (2002) sinalizam que a docência na Universidade configura-se como
um processo contínuo de construção da identidade docente, articulando-se os
saberes da experiência, os saberes pedagógicos e os didáticos. Os pesquisadores defendem que “os saberes da experiência
são tomados como ponto de partida e, intermediados pela teoria, se voltam para a prática (p. 58)”. Neste processo,
a compreensão do papel e campo da Didática poderiam vir a somar com a formação
docente para o Ensino Superior.
A concepção de Didática
como “método” e “técnica” de ensino marcou os cursos de licenciatura instituídos
no Brasil, e tem suas bases na Didática Comeniana. Outros vieses da Didática colocam o sujeito
que aprende como centro do processo de ensino, em Rousseau, e, a Didática de
Herbart dá ênfase ao método, retomando as bases normativas Comenianas. As
questões que envolvem o ensino, repercutindo na didática enquanto campo disciplinar,
não estão dissociadas de um momento histórico, político, econômico, social, nem
dos sujeitos envolvidos – professores e alunos. Estes, por sua vez, enquanto
seres históricos, estão sempre se modificando e modificando aquela em seu
processo histórico. Nesta perspectiva, a Didática teria a função de
“compreender o funcionamento do ensino em situação, suas funções sociais[...]
como componente do fenômeno que estuda, por que é parte integrante da trama do
ensinar (p.49).” O “ensino” seria assim um fenômeno complexo e o “ensinar” uma
prática social, que precisa considerar todos os fenômenos envolvidos. A
Didática é uma das áreas da Pedagogia (campo teórico da prática educacional em
toda a sociedade), a qual sistematiza e investiga as finalidade do ensinar.
Recentes pesquisas têm buscado incorporar às atividades de ensino e pesquisa em
Didática, “os estudos sobre o cotidiano escolar, o saber docente e as relações
entre escola e cultura (p. 74)”.
Continuando os estudos, a terceira proposta de atividade foi a realização de mapas conceituais sobre os capítulos estudados. Como encontrei muitos conceitos em comum nos capítulos e discussões próximas, tentei fazer esta relação utilizando apenas um mapa conceitual.
PIMENTA,
S. G.; ANASTASIOU, L. das G. C. Do
ensinar à ensinagem. PIMENTA, S. G.; ANASTASIOU, L. das G. C. Docência no
ensino superior. São Paulo: Cortez, 2002.
PIMENTA, S.
G.; ANASTASIOU, L. das G. C. Docência no
ensino superior: Problematização. In:
PIMENTA, S. G.; ANASTASIOU, L. das G. C. Docência no ensino superior.
São Paulo: Cortez, 2002.


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